Há a sensação do porvir,
O sabor do não-virá...
E sente-se o vento que vem,
Ouve-se a onda que vai,
Vê-se o céu descorar,
Espera-se o tempo ruir.
E fica ruim.
Nessa, vai-se levando:
A mente dói,
O dedo dói,
e dói o subconsciente,
e pesa (muito) a consciência,
e perdura a dormência
(os olhos também pesam),
e sobra a deficiênciade horas,
de minutos,
de flashes
de lembranças -
Que apenas talvez tenham existido.
Há, sobretudo,
(e agora, José/Maria/Samuel?)
A dúvida.
Sobre tudo.
E agora?
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
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